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Jesus
Jesus Cristo é o Messias, Salvador e fundador da igreja cristã.
Para os cristãos, Ele é o Senhor de suas vidas. Embora tenha
vivido na terra somente 33 anos, tem exercido grande impacto nas
pessoas – mesmo naqueles que não crêem que Ele é o Filho de
Deus. Jesus Cristo é descrito em detalhe na Bíblia – sua vida,
obra e ensinamentos – nos Evangelhos, cada um focando diferentes
ângulos. Mateus o apresenta como o esperado Rei do povo judeu.
Marcos o mostra como servo de todos. Lucas tende a destacar seu
caráter compassivo e bondoso para com os pobres. João descreve
um relacionamento amoroso com Jesus. No entanto todos concordam
que Jesus é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis.
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Maria
Maria (Μαρία
transliteração em
grego do
hebraico Maryam,
Miriã ou Miriam מרים
que em hebraico significa "contumácia" ou "rebelião" - ref.
strong 3137 e 04813 - Ex 15:20 - cuja raiz é מרה "rebelde" como
em Nm 20:10) traduzido para o latim como Maria. Seu nome
significa: Senhora da Luz. Acredita-se que tenha nascido
em
Jerusalém a partir de
15 a.C., para alguns estudiosos
teria nascido em
Nazaré. Segundo as
Sagradas Escrituras era a mãe
de
Jesus de Nazaré.
Alguns autores afirmam que Maria
era filha de Eli, mas a genealogia fornecida por
Lucas alista o marido de Maria,
São José, como "filho de Eli".
A Cyclopædia (Ciclopédia) de M'Clintock e Strong (1881, Vol.
III, p. 774) diz: "É bem conhecido que os judeus, ao elaborarem
suas tabelas genealógicas, levavam em conta apenas os varões,
rejeitando o nome da filha quando o sangue do avô era
transmitido ao neto por uma filha, e contando o marido desta
filha em lugar do filho do avô materno (Números 26:33,
Números 27:4-7)."
Possivelmente por este motivo
Lucas diz que José era
«filho de Eli» (Lucas 3:23)[1].
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Caifás
Caifás (Yosef Bar Kayafa)
foi sumo sacerdote e presidente do
sinédrio
que condenou
Jesus
de
18
a
36
d.C.. Era genro de
Anás,
que tinha sido sumo sacerdote anteriormente e continuava
exercendo grande influência.
Ser sumo sacerdote representava a
chefia religiosa da nação. Os
romanos
nomeavam e depunham os sumos sacerdotes segundo seu próprio
interesse. O sumo sacerdote reunia em torno de si o poder
religioso e o poder civil por presidir o Supremo Tribunal dos
judeus, o Sinédrio.
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Anás
Anás é um personagem do
Novo
Testamento da
Bíblia,
citado nos
Evangelhos
como o sogro de
Caifás,
o qual era o sumo sacerdote na época do julgamento de
Jesus.
Segundo o texto bíblico, Anás
teria sido sumo sacerdote em
Jerusalém
e tinha grande influência na época do ministério de seu genro.
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Pôncio
Pilatos
Pôncio Pilatos, também
conhecido simplesmente como Pilatos (em
latim,
Pontius Pilatus), foi Prefeito (praefectus) da
província
romana da Judéia entre os anos
26
e
36.
Foi o
juiz
que, de acordo com a
Bíblia,
após ter lavado as mãos, condenou
Jesus
a
morrer na
cruz, apesar de
não ter Nele encontrado nenhuma culpa.
Os
evangelhos
citam que Pilatos era ferrenho inimigo de
Herodes
Antipas, mas ficaram amigos
após este ter recebido
Cristo
das mãos de
Pilatos
em face da origem de
Cristo
ser a
Galiléia.
Eusébio de Cesaréia,
em sua
História
Eclesiástica, afirma que
Pilatos
caiu em desgraça junto ao
imperador
e cometeu suicídio por volta do ano
37 d.C.
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Pedro
O seu nome original não era
Pedro, mas Simão. Nos livros dos "Atos
dos Apóstolos" e na "Segunda
Epístola de Pedro", aparece
ainda uma variante grega do seu nome original: Simeão. Cristo
mudou seu nome para Petros - Pedro, nome
grego, masculino, derivado da
palavra "petra", que significa "Pedra" ou "rocha". O
Apóstolo
São Paulo designava-o pelo nome
de Cephas, Kephas, Kepha ou Cefas que em
aramaico
significa o mesmo: rocha - note-se, aliás, que, Cristo falava
principalmente aramaico, logo terá sido essa a designação dada a
Simão e não a versão grega que ficou para a posteridade.
Pedro é considerado pela Igreja
Católica Romana o príncipe dos apóstolos e o fundador, junto com
São Paulo, da
Igreja
de
Roma
(a
Santa Sé), sendo-lhe
reconhecido ainda o título de primeiro
Papa
(um tanto
anacronicamente, posto que tal
designação só começaria a ser usada cerca de dois séculos mais
tarde – Pedro foi o primeiro
Bispo de Roma);
essa circunstância é importante, pois daí se tira a primazia do
Papa sobre toda a Igreja.
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Judas
Iscariotes
Judas Iscariotes (em
hebraico
יהודה איש־קריות, Yehudhah ish Qeryoth; em
grego
bíblico Iouda Iskariôth
- Mc 3, 19; 14, 10; Lc 6; 16 - ou Iouda Iskariotes - Mt
10, 4; Lc 22, 3; Jo 12, 4) foi um dos 12
apóstolos
de
Jesus Cristo,
que, de acordo com os
Evangelhos,
veio a ser o traidor que entregou
Jesus Cristo
aos seus capturadores por 30 moedas de prata. Era filho de Simão
de Queriote (Jo 6, 71; 13, 26). Judas, em grego Ioudas,
é uma helenização do nome hebraico
Judá
(יהודה, Yehûdâh, palavra que significa "abençoado" ou
"louvado"), sendo, por sinal, o nome de apóstolo que mais vezes
aparece nos Evangelhos (vinte vezes) depois do de
Simão Pedro.
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Guarda
Pretoriana Romana
Foi criada por
Otávio após a conquista do
Egito e seu retorno a
Roma,
onde recebeu do
Senado
o título de príncipe, ficando seu governo conhecido como
principado (30 a.C.- 14 d.C.). Como príncipe, tornou-se o
primeiro cidadão da
República e
líder do Senado; como imperador assumiu o comando supremo do
exército, criando a guarda pretoriana, encarregada de sua
proteção pessoal; como tribuno da plebe era sacrossanto e
possuía o poder de veto sobre decisões do Senado; como
sumo-pontíficie, controlava a religião romana.
A partir de
Augusto, todos os imperadores
tiveram uma guarda pretoriana, de tamanho variável.
Tibério foi o
construtor de uma fortificação que serviu de base para a guarda
pretoriana e, por isso, foi adotado o escorpião (signo zodiacal
de Tibério) como símbolo da guarda.
A guarda pretoriana teve
participação decisiva em muitos eventos da história, como por
exemplo no assassinato de
Jesus.
A guarda
pretoriana era usada pelos imperadores como um instrumento de
validação de suas leis pela força, usando-a, por exemplo, para
mandar matar inimigos.
Porém, a
guarda pretoriana também poderia ser muito perigosa. Por isso
criou-se o costume de agradar os comandantes da guarda com
pequenos presentes e comissões.
Após
alguns anos de serviço, um legionário poderia pretender uma vaga
na guarda pretoriana, que proporcionava melhores salários,
benefícios e menor tempo de serviço.
Mesmo após
as reformas de Mário, que introduziram, entre outras coisas, os
escudos retangulares, a guarda pretoriana ainda usava os escudos
ovais do tempo da República. Isso servia também como uma
demonstração de preservação dos velhos costumes.
A Guarda
Pretoriana era um corpo militar de elite formado para proteger
os imperadores romanos e sua família. Em certas ocasiões este
corpo que alcançou tanto poder que era decisivo na escolha ou
permanência dos imperadores. Vestiam-se de forma diferenciada, e
as guardas reais do presente século são as suas herdeiras no que
tange a questão de proteção da família real. A Guarda Pretoriana
sempre mostrou o seu valor combativo de forma admirável, quando
teve que proteger o imperador.
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Guardas do
Templo
Os Guardas
do Templo (Sinédrio) onde Caifás se reunia com seus associados
para planejar a prisão de Jesus, foram os responsáveis por sua
captura, como também seus primeiros ferimentos na noite de sua
Paixão.
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Demônio
Diabo (do
latim
diabolus, por sua vez do
grego antigo διάβολος,
transl. diábolos,
"aquele que separa") é o nome mais comum atribuído à entidade
sobrenatural maligna da
tradição judaico-cristã, o
Satanás. É a representação do
mal, com sua suposta forma original de um anjo querubin, mas com
seu parecer ainda desconhecido. Muitas são as tentativas de
reproduzi-lo, o mais popular o levaria a ter uma cor vermelha,
com feições humana, mas com chifres, rabo pontiagudo e um
tridente na mão, para remeter a um cetro. Alguns acreditam que
este parecer foi criada, sobretudo, pela
Igreja Católica.[carece de fontes]
Tal opinião alega que, como ela poderia perder seus fiéis para o
paganismo, apropriou-se de um
elemento de cada deus pagão e reuniu-os, para que toda vez que
um de seus fiéis olhasse para uma divindade sentisse medo,
associando-a a Satanás[carece de fontes].
Assim a perda de fiéis diminuiu notavelmente.[carece de fontes]
Outra forma também comum quanto ao parecer corresponde a de um
ser metade humano, metade
bode,
com o
pentagrama invertido inscritos
no corpo (imagem de
Baphomet), embora não tenha
ligação com
Baphomet, que
foi a imagem iniciada pela Igreja Católica.
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Mulheres de
Jerusalém
As
mulheres foram as que mais sentiram a dor da passagem do flagelo
de Jesus pelas ruas de Jerusalém.
Durante
todo o percurso, elas acompanharam Jesus e choravam o tempo
todo, a ponto de serem consoladas pelo próprio Cristo durante a
Via Crucius.
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Verônica
Em uma das
quedas de Jesus pela Via Crúcius, além de ferido, seu rosto
estava sujo e suado devido ao tamanho esforço.
Uma mulher
que ali estava, se compadece de seu sofrimento e num ato de
extrema coragem, fé e ternura interrompe a passagem do cortejo e
se aproxima com uma toalha para enxugar o rosto de Jesus, que
acaba marcado na toalha.
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Maria
Madalena
Maria Madalena é descrita no
Novo Testamento como uma das
discípulas mais devotas de
Jesus Cristo. É considerada
santa pelas igrejas
Católica,
Ortodoxa e
Anglicana, sendo celebrada no
dia
22 de julho. É também
comemorada pela
Igreja Luterana com
festividades no mesmo dia. A Igreja Ortodoxa também a celebra no
segundo domingo após a
Páscoa. O nome de Maria
Madalena a descreve como sendo natural de
Magdala, cidade localidade na
costa ocidental do
Mar da Galileia.
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João
São João Evangelista ou Apóstolo
João, foi um dos doze apóstolos de
Jesus
e além do
Evangelho
segundo João, também escreveu
as três
epístolas
de João (1,
2,
e
3)
e o livro do
Apocalipse.
João seria o mais novo dos 12
discípulos, tinha provavelmente cerca de vinte e quatro anos de
existência, à altura do seu chamado por Jesus. Consta que seria
solteiro e vivia com os seus pais em Betsaida. Era pescador de
profissão, consertava as redes de pesca. Trabalhava junto com
seu irmão
Tiago,
e em provável sociedade com
André
e
Pedro.
As
heranças deixadas nos escritos de João, demonstram uma
personalidade extraordinária. De acordo com as descrições ele
seria imaginativo nas suas comparações, pensativo e
introspectivo nas suas dissertações e pouco falador como
discipulo. É notório o seu amadurecimento na fé através da
evolução da sua escrita.
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Cláudia Prócula
Cláudia Prócula, esposa do Procurador Romano da
Judéia, Pôncio Pilatos , é cultuada pelas igrejas cismáticas
grega e etíope como santa ; sua festa ocorre no dia 27 de
Outubro.
Cláudia Prócula era oriunda da Gália e adquiriu a
cidadania romana, de pleno direito, ao contrair matrimônio com
Pilatos.
Cláudia acompanhou Pilatos à Palestina, desde os
primeiros momentos; algo que era vedado pela "Lex Oppia ".
Interessou-se pela religião judaica. Ouviu falar
de Jesus e ficou interessada em sua doutrina, através das
pregações de João Batista
A tradição conta que foi o Centurião de Cafarnaum
quem falou pela primeira vez de Jesus a ela.
Cláudia Prócula fez diversas gestões junto a
Pilatos em favor do Profeta Jesus de Nazaré.
S. Mateus é único que relata os atos de Cláudia,
mulher do Procurador da Judéia. Ela mandou dizer a Pilatos: "Não
te imiscuas no caso deste justo, porque muito sofri hoje em
sonhos por causa d'Ele.(Mt.27,19).
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Simão
Cireneu
Segundo o
cristianismo,
foi o homem que carregou a
cruz
junto com
Jesus de
Nazaré.
Era pai de Alexandre e Rufo[1],
e levou a cruz a pedido dos soldados
romanos[2]
até o lugar chamado "Gólgota"
ou "Caveira"[3],
que hoje muitos chamam de "Calvário".
Este homem de nome Simão era de
Cirene,
daí o nome Simão cireneu. Um erro comum de quem relata sobre
esse personagem é pensar que se tratava de um nome, pois não era
sobrenome do mesmo, mas o local de sua origem.
Como há relatos
[4]
de que muitos habitavam em Jerusalém naquele período, supõem os
estudiosos que Simão de Cirene teria vindo para as comemorações
religiosas da Páscoa judaica, pois Cirene era a principal cidade
da
Cirenaica,
o qual era habitada por um considerável número de
judeus.
A suposição de que este homem
seria um comerciante de Cirenaica, região no norte da
África,
não é descartada visto que
Jerusalém
era uma região propícia para bons negócios durante a
peregrinação religiosa. Ou seria os dois, um comerciante e
peregrino religioso. Mas poderia ser um morador local nascido em
Cirene que observava a
via-crúcis,
quando foi constrangido pelos romanos para carregar a cruz de
Jesus de Nazaré.
Possivelmente seria um personagem
visitante da região, pois ele é descrito com pai de Alexandre e
Rufo, uma descrição incomum visto que o normal seria descrever o
nome do seu genitor e não dos seus filhos, o que faz presumir
que os seus filhos eram conhecidos na região pelos
Apóstolos,
sendo possíveis cristãos.
Quanto ao constrangimento de
carregar a cruz imposto pelos soldados romanos faz surgir uma
paralelo entre esse Simão de Cirene e Simão Pedro, que teria se
vangloriado que seguiria Jesus até a prisão e até a morte[5],
quando na verdade o negou, enquanto um anônimo Simão, de origem
conhecida, que nada tendo dito em favor de Jesus, tocou em algo
impuro para os judeus - o sangue de Jesus - durante
período de festa religiosa, para dar continuidade a jornada do
Mestre, servindo de exemplo para a cristandade meditar.
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Herodes Ântipas
Após a morte de
Herodes, o Grande, seu reino
foi desmembrado (ver "Testamento
de Herodes"), cabendo a Antipas
a tetrarquia da Galileia e da Peréia, que abrangia a região
oriental do
Jordão, inclusive as cidades
helênicas da
Decápole. Ele bem que tentou,
junto ao
Senado Romano,
ser reconhecido como rei, mas apesar de ter gasto muito dinheiro
com presentes e propinas, não obteve êxito, e teve que se
contentar com o que lhe foi concedido.
Quem não se contentou foi
Herodias, a ex-mulher de seu
irmão,
Herodes Filipe,
que deixara o marido para viver com ele (em 27 d.C.): ela sempre
ambicionou a condição de raínha e essa ambição acabaria custando
caro ao casal.
Apesar da Galiléia ser tida como
uma região habitada por judeus turbulentos,
Flávio Josefo
afirma que, no governo de Herodes Antipas, não se registraram
revoltas ou outras ocorrências similares.
A exceção ficou por conta da
prisão de
João Batista, cuja pregação
messiânica encontrava crescente acolhida entre o povo simples,
sobretudo os camponeses, e por isso foi considerada uma ameaça
em potencial. Ao abordar o assunto,
Josefo limita-se a narrar a
prisão do profeta, sem mencionar sua morte, como o fazem os
Evangelhos de
Mateus
e
Marcos,
onde se encontra a famosa história da "dança de
Salomé".
Se no plano interno o governo de
Antipas foi tranquilo, o mesmo não se deu no plano externo, na
medida em que seus domínios sofreram, em
36, um violento ataque dos
nabateus.
A razão do ataque foi Herodias,
isso porque, para desposá-la, Antipas repudiou sua esposa,
Fasaléia, filha do rei nabateu,
Aretas IV.
Considerando-se ofendido, o rei invadiu a Galiléia, derrotando o
exército do tetrarca, e somente recuou devido à intervenção
romana.
Foi às margens do
Mar da Galileia, perto de
fontes sulfurosas, que Antipas fez construir, no ano
20, a capital de sua
tetrarquia, denominando-a
Tiberíades, em homenágem ao
imperador romano,
Tibério (a capital anterior era
Séforis). A cidade foi edificada sobre as ruínas de uma pequena
aldeia, Rakkat, e embora, por muitos anos, os judeus ortodoxos a
evitassem, devido ao seu nome e à sua cultura helenizada, ela
acabaria se tornando um dos quatro maiores centros do
Judaísmo.
De um lado, Antipas fazia
concessões à cultura dos "gentios"
romanos, mas por outro cultivava a tradição religiosa judaica,
deslocando-se, anualmente, para
Jerusalém, onde participava das
festividades da
Páscoa (Pessach).
Exilado para
Lyon (Gália),
em
39, veio a
morrer nesse mesmo ano.
Herodes Antipas é criticado nos
Evangelhos, onde é chamado por
Jesus de "raposa" (Lucas 13:31-32)
e acusado pela morte de João Batista. Em
Lucas, ele é incluído entre os
personagens envolvidos no julgamento e morte de
Jesus.
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