"Tu também estás com Jesus?"       Mt, 26:69
 

  Personagens

 

      

 

Jesus

Jesus Cristo é o Messias, Salvador e fundador da igreja cristã. Para os cristãos, Ele é o Senhor de suas vidas. Embora tenha vivido na terra somente 33 anos, tem exercido grande impacto nas pessoas – mesmo naqueles que não crêem que Ele é o Filho de Deus. Jesus Cristo é descrito em detalhe na Bíblia – sua vida, obra e ensinamentos – nos Evangelhos, cada um focando diferentes ângulos. Mateus o apresenta como o esperado Rei do povo judeu. Marcos o mostra como servo de todos. Lucas tende a destacar seu caráter compassivo e bondoso para com os pobres. João descreve um relacionamento amoroso com Jesus. No entanto todos concordam que Jesus é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis.

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Maria

Maria (Μαρία transliteração em grego do hebraico Maryam, Miriã ou Miriam מרים que em hebraico significa "contumácia" ou "rebelião" - ref. strong 3137 e 04813 - Ex 15:20 - cuja raiz é מרה "rebelde" como em Nm 20:10) traduzido para o latim como Maria. Seu nome significa: Senhora da Luz. Acredita-se que tenha nascido em Jerusalém a partir de 15 a.C., para alguns estudiosos teria nascido em Nazaré. Segundo as Sagradas Escrituras era a mãe de Jesus de Nazaré.

Alguns autores afirmam que Maria era filha de Eli, mas a genealogia fornecida por Lucas alista o marido de Maria, São José, como "filho de Eli". A Cyclopædia (Ciclopédia) de M'Clintock e Strong (1881, Vol. III, p. 774) diz: "É bem conhecido que os judeus, ao elaborarem suas tabelas genealógicas, levavam em conta apenas os varões, rejeitando o nome da filha quando o sangue do avô era transmitido ao neto por uma filha, e contando o marido desta filha em lugar do filho do avô materno (Números 26:33, Números 27:4-7)." Possivelmente por este motivo Lucas diz que José era «filho de Eli» (Lucas 3:23)[1].

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Caifás

Caifás (Yosef Bar Kayafa) foi sumo sacerdote e presidente do sinédrio que condenou Jesus de 18 a 36 d.C.. Era genro de Anás, que tinha sido sumo sacerdote anteriormente e continuava exercendo grande influência.

Ser sumo sacerdote representava a chefia religiosa da nação. Os romanos nomeavam e depunham os sumos sacerdotes segundo seu próprio interesse. O sumo sacerdote reunia em torno de si o poder religioso e o poder civil por presidir o Supremo Tribunal dos judeus, o Sinédrio.

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Anás

Anás é um personagem do Novo Testamento da Bíblia, citado nos Evangelhos como o sogro de Caifás, o qual era o sumo sacerdote na época do julgamento de Jesus.

Segundo o texto bíblico, Anás teria sido sumo sacerdote em Jerusalém e tinha grande influência na época do ministério de seu genro.

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Pôncio Pilatos

Pôncio Pilatos, também conhecido simplesmente como Pilatos (em latim, Pontius Pilatus), foi Prefeito (praefectus) da província romana da Judéia entre os anos 26 e 36. Foi o juiz que, de acordo com a Bíblia, após ter lavado as mãos, condenou Jesus a morrer na cruz, apesar de não ter Nele encontrado nenhuma culpa.

Os evangelhos citam que Pilatos era ferrenho inimigo de Herodes Antipas, mas ficaram amigos após este ter recebido Cristo das mãos de Pilatos em face da origem de Cristo ser a Galiléia.

Eusébio de Cesaréia, em sua História Eclesiástica, afirma que Pilatos caiu em desgraça junto ao imperador e cometeu suicídio por volta do ano 37 d.C.

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Pedro

O seu nome original não era Pedro, mas Simão. Nos livros dos "Atos dos Apóstolos" e na "Segunda Epístola de Pedro", aparece ainda uma variante grega do seu nome original: Simeão. Cristo mudou seu nome para Petros - Pedro, nome grego, masculino, derivado da palavra "petra", que significa "Pedra" ou "rocha". O Apóstolo São Paulo designava-o pelo nome de Cephas, Kephas, Kepha ou Cefas que em aramaico significa o mesmo: rocha - note-se, aliás, que, Cristo falava principalmente aramaico, logo terá sido essa a designação dada a Simão e não a versão grega que ficou para a posteridade.

Pedro é considerado pela Igreja Católica Romana o príncipe dos apóstolos e o fundador, junto com São Paulo, da Igreja de Roma (a Santa Sé), sendo-lhe reconhecido ainda o título de primeiro Papa (um tanto anacronicamente, posto que tal designação só começaria a ser usada cerca de dois séculos mais tarde – Pedro foi o primeiro Bispo de Roma); essa circunstância é importante, pois daí se tira a primazia do Papa sobre toda a Igreja.

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Judas Iscariotes

Judas Iscariotes (em hebraico יהודה איש־קריות, Yehudhah ish Qeryoth; em grego bíblico Iouda Iskariôth - Mc 3, 19; 14, 10; Lc 6; 16 - ou Iouda Iskariotes - Mt 10, 4; Lc 22, 3; Jo 12, 4) foi um dos 12 apóstolos de Jesus Cristo, que, de acordo com os Evangelhos, veio a ser o traidor que entregou Jesus Cristo aos seus capturadores por 30 moedas de prata. Era filho de Simão de Queriote (Jo 6, 71; 13, 26). Judas, em grego Ioudas, é uma helenização do nome hebraico Judá (יהודה, Yehûdâh, palavra que significa "abençoado" ou "louvado"), sendo, por sinal, o nome de apóstolo que mais vezes aparece nos Evangelhos (vinte vezes) depois do de Simão Pedro.

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Guarda Pretoriana Romana

Foi criada por Otávio após a conquista do Egito e seu retorno a Roma, onde recebeu do Senado o título de príncipe, ficando seu governo conhecido como principado (30 a.C.- 14 d.C.). Como príncipe, tornou-se o primeiro cidadão da República e líder do Senado; como imperador assumiu o comando supremo do exército, criando a guarda pretoriana, encarregada de sua proteção pessoal; como tribuno da plebe era sacrossanto e possuía o poder de veto sobre decisões do Senado; como sumo-pontíficie, controlava a religião romana.

A partir de Augusto, todos os imperadores tiveram uma guarda pretoriana, de tamanho variável. Tibério foi o construtor de uma fortificação que serviu de base para a guarda pretoriana e, por isso, foi adotado o escorpião (signo zodiacal de Tibério) como símbolo da guarda.

A guarda pretoriana teve participação decisiva em muitos eventos da história, como por exemplo no assassinato de Jesus.

A guarda pretoriana era usada pelos imperadores como um instrumento de validação de suas leis pela força, usando-a, por exemplo, para mandar matar inimigos.

Porém, a guarda pretoriana também poderia ser muito perigosa. Por isso criou-se o costume de agradar os comandantes da guarda com pequenos presentes e comissões.

Após alguns anos de serviço, um legionário poderia pretender uma vaga na guarda pretoriana, que proporcionava melhores salários, benefícios e menor tempo de serviço.

Mesmo após as reformas de Mário, que introduziram, entre outras coisas, os escudos retangulares, a guarda pretoriana ainda usava os escudos ovais do tempo da República. Isso servia também como uma demonstração de preservação dos velhos costumes.

A Guarda Pretoriana era um corpo militar de elite formado para proteger os imperadores romanos e sua família. Em certas ocasiões este corpo que alcançou tanto poder que era decisivo na escolha ou permanência dos imperadores. Vestiam-se de forma diferenciada, e as guardas reais do presente século são as suas herdeiras no que tange a questão de proteção da família real. A Guarda Pretoriana sempre mostrou o seu valor combativo de forma admirável, quando teve que proteger o imperador.

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Guardas do Templo

Os Guardas do Templo (Sinédrio) onde Caifás se reunia com seus associados para planejar a prisão de Jesus, foram os responsáveis por sua captura, como também seus primeiros ferimentos na noite de sua Paixão.

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Demônio

Diabo (do latim diabolus, por sua vez do grego antigo διάβολος, transl. diábolos, "aquele que separa") é o nome mais comum atribuído à entidade sobrenatural maligna da tradição judaico-cristã, o Satanás. É a representação do mal, com sua suposta forma original de um anjo querubin, mas com seu parecer ainda desconhecido. Muitas são as tentativas de reproduzi-lo, o mais popular o levaria a ter uma cor vermelha, com feições humana, mas com chifres, rabo pontiagudo e um tridente na mão, para remeter a um cetro. Alguns acreditam que este parecer foi criada, sobretudo, pela Igreja Católica.[carece de fontes?] Tal opinião alega que, como ela poderia perder seus fiéis para o paganismo, apropriou-se de um elemento de cada deus pagão e reuniu-os, para que toda vez que um de seus fiéis olhasse para uma divindade sentisse medo, associando-a a Satanás[carece de fontes?]. Assim a perda de fiéis diminuiu notavelmente.[carece de fontes?] Outra forma também comum quanto ao parecer corresponde a de um ser metade humano, metade bode, com o pentagrama invertido inscritos no corpo (imagem de Baphomet), embora não tenha ligação com Baphomet, que foi a imagem iniciada pela Igreja Católica.

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Mulheres de Jerusalém

As mulheres foram as que mais sentiram a dor da passagem do flagelo de Jesus pelas ruas de Jerusalém.

Durante todo o percurso, elas acompanharam Jesus e choravam o tempo todo, a ponto de serem consoladas pelo próprio Cristo durante a Via Crucius.

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Verônica

Em uma das quedas de Jesus pela Via Crúcius, além de ferido, seu rosto estava sujo e suado devido ao tamanho esforço.

Uma mulher que ali estava, se compadece de seu sofrimento e num ato de extrema coragem, fé e ternura interrompe a passagem do cortejo e se aproxima com uma toalha para enxugar o rosto de Jesus, que acaba marcado na toalha.

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Maria Madalena

Maria Madalena é descrita no Novo Testamento como uma das discípulas mais devotas de Jesus Cristo. É considerada santa pelas igrejas Católica, Ortodoxa e Anglicana, sendo celebrada no dia 22 de julho. É também comemorada pela Igreja Luterana com festividades no mesmo dia. A Igreja Ortodoxa também a celebra no segundo domingo após a Páscoa. O nome de Maria Madalena a descreve como sendo natural de Magdala, cidade localidade na costa ocidental do Mar da Galileia.

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João

São João Evangelista ou Apóstolo João, foi um dos doze apóstolos de Jesus e além do Evangelho segundo João, também escreveu as três epístolas de João (1, 2, e 3) e o livro do Apocalipse.

João seria o mais novo dos 12 discípulos, tinha provavelmente cerca de vinte e quatro anos de existência, à altura do seu chamado por Jesus. Consta que seria solteiro e vivia com os seus pais em Betsaida. Era pescador de profissão, consertava as redes de pesca. Trabalhava junto com seu irmão Tiago, e em provável sociedade com André e Pedro.

As heranças deixadas nos escritos de João, demonstram uma personalidade extraordinária. De acordo com as descrições ele seria imaginativo nas suas comparações, pensativo e introspectivo nas suas dissertações e pouco falador como discipulo. É notório o seu amadurecimento na fé através da evolução da sua escrita.

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Cláudia Prócula

Cláudia Prócula, esposa do Procurador Romano da Judéia, Pôncio Pilatos , é cultuada pelas igrejas cismáticas grega e etíope como santa ; sua festa ocorre no dia 27 de Outubro.

Cláudia Prócula era oriunda da Gália e adquiriu a cidadania romana, de pleno direito, ao contrair matrimônio com Pilatos.

Cláudia acompanhou Pilatos à Palestina, desde os primeiros momentos; algo que era vedado pela "Lex Oppia ".

Interessou-se pela religião judaica. Ouviu falar de Jesus e ficou interessada em sua doutrina, através das pregações de João Batista

A tradição conta que foi o Centurião de Cafarnaum quem falou pela primeira vez de Jesus a ela.

Cláudia Prócula fez diversas gestões junto a Pilatos em favor do Profeta Jesus de Nazaré.

S. Mateus é único que relata os atos de Cláudia, mulher do Procurador da Judéia. Ela mandou dizer a Pilatos: "Não te imiscuas no caso deste justo, porque muito sofri hoje em sonhos por causa d'Ele.(Mt.27,19).

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Simão Cireneu

Segundo o cristianismo, foi o homem que carregou a cruz junto com Jesus de Nazaré.

Era pai de Alexandre e Rufo[1], e levou a cruz a pedido dos soldados romanos[2] até o lugar chamado "Gólgota" ou "Caveira"[3], que hoje muitos chamam de "Calvário".

Este homem de nome Simão era de Cirene, daí o nome Simão cireneu. Um erro comum de quem relata sobre esse personagem é pensar que se tratava de um nome, pois não era sobrenome do mesmo, mas o local de sua origem.

Como há relatos [4] de que muitos habitavam em Jerusalém naquele período, supõem os estudiosos que Simão de Cirene teria vindo para as comemorações religiosas da Páscoa judaica, pois Cirene era a principal cidade da Cirenaica, o qual era habitada por um considerável número de judeus.

A suposição de que este homem seria um comerciante de Cirenaica, região no norte da África, não é descartada visto que Jerusalém era uma região propícia para bons negócios durante a peregrinação religiosa. Ou seria os dois, um comerciante e peregrino religioso. Mas poderia ser um morador local nascido em Cirene que observava a via-crúcis, quando foi constrangido pelos romanos para carregar a cruz de Jesus de Nazaré.

Possivelmente seria um personagem visitante da região, pois ele é descrito com pai de Alexandre e Rufo, uma descrição incomum visto que o normal seria descrever o nome do seu genitor e não dos seus filhos, o que faz presumir que os seus filhos eram conhecidos na região pelos Apóstolos, sendo possíveis cristãos.

Quanto ao constrangimento de carregar a cruz imposto pelos soldados romanos faz surgir uma paralelo entre esse Simão de Cirene e Simão Pedro, que teria se vangloriado que seguiria Jesus até a prisão e até a morte[5], quando na verdade o negou, enquanto um anônimo Simão, de origem conhecida, que nada tendo dito em favor de Jesus, tocou em algo impuro para os judeus - o sangue de Jesus - durante período de festa religiosa, para dar continuidade a jornada do Mestre, servindo de exemplo para a cristandade meditar.

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Herodes Ântipas

 

Após a morte de Herodes, o Grande, seu reino foi desmembrado (ver "Testamento de Herodes"), cabendo a Antipas a tetrarquia da Galileia e da Peréia, que abrangia a região oriental do Jordão, inclusive as cidades helênicas da Decápole. Ele bem que tentou, junto ao Senado Romano, ser reconhecido como rei, mas apesar de ter gasto muito dinheiro com presentes e propinas, não obteve êxito, e teve que se contentar com o que lhe foi concedido.

Quem não se contentou foi Herodias, a ex-mulher de seu irmão, Herodes Filipe, que deixara o marido para viver com ele (em 27 d.C.): ela sempre ambicionou a condição de raínha e essa ambição acabaria custando caro ao casal.

Apesar da Galiléia ser tida como uma região habitada por judeus turbulentos, Flávio Josefo afirma que, no governo de Herodes Antipas, não se registraram revoltas ou outras ocorrências similares.

A exceção ficou por conta da prisão de João Batista, cuja pregação messiânica encontrava crescente acolhida entre o povo simples, sobretudo os camponeses, e por isso foi considerada uma ameaça em potencial. Ao abordar o assunto, Josefo limita-se a narrar a prisão do profeta, sem mencionar sua morte, como o fazem os Evangelhos de Mateus e Marcos, onde se encontra a famosa história da "dança de Salomé".

Se no plano interno o governo de Antipas foi tranquilo, o mesmo não se deu no plano externo, na medida em que seus domínios sofreram, em 36, um violento ataque dos nabateus.

A razão do ataque foi Herodias, isso porque, para desposá-la, Antipas repudiou sua esposa, Fasaléia, filha do rei nabateu, Aretas IV. Considerando-se ofendido, o rei invadiu a Galiléia, derrotando o exército do tetrarca, e somente recuou devido à intervenção romana.

Foi às margens do Mar da Galileia, perto de fontes sulfurosas, que Antipas fez construir, no ano 20, a capital de sua tetrarquia, denominando-a Tiberíades, em homenágem ao imperador romano, Tibério (a capital anterior era Séforis). A cidade foi edificada sobre as ruínas de uma pequena aldeia, Rakkat, e embora, por muitos anos, os judeus ortodoxos a evitassem, devido ao seu nome e à sua cultura helenizada, ela acabaria se tornando um dos quatro maiores centros do Judaísmo.

De um lado, Antipas fazia concessões à cultura dos "gentios" romanos, mas por outro cultivava a tradição religiosa judaica, deslocando-se, anualmente, para Jerusalém, onde participava das festividades da Páscoa (Pessach).

Exilado para Lyon (Gália), em 39, veio a morrer nesse mesmo ano.

Herodes Antipas é criticado nos Evangelhos, onde é chamado por Jesus de "raposa" (Lucas 13:31-32) e acusado pela morte de João Batista. Em Lucas, ele é incluído entre os personagens envolvidos no julgamento e morte de Jesus.

 

 

 

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